Tema
Prefácio — Como navegar esta documentação
Para quem é
Para você que usa LLMs para escrever código e já sentiu a frustração de pedir "implemente o cadastro de produtos" e receber 200 linhas que quase funcionam: nomes que conflitam com o resto do projeto, uma biblioteca que o time abandonou, validações esquecidas, 80% entregue e declarado como 100%.
Você sabe programar. Conhece Git, testes e revisão de código. O que você não precisa saber de antemão é o agent-spec — vamos construí-lo do zero, peça por peça, com o porquê de cada escolha.
O que você vai saber fazer ao final
Explicar a dor
Por que ambiguidade destrói o output de uma LLM — e como spec antes de código ataca isso.
Escolher o caminho certo
Conversa, TaskCard, miniSpec ou SDD para qualquer demanda, com sinais objetivos.
Gerar artefatos
Os artefatos de especificação corretos para o caminho escolhido.
Rodar a pipeline
Interpretar os vereditos dos dois gates de qualidade.
Aplicar débito-controlado
Fechar o ciclo da dívida técnica sem acumular.
Decidir o que vira ADR
Manter conformidade arquitetural.
Diagnosticar a pipeline
Saber o que fazer quando ela trava.
As três trilhas de leitura
💡 Dica
Escolha sua trilha:
Trilha rápida (~1h) — Prefácio → Capítulo 0 → Parte II (passo a passo) → Apêndice D. Você sai sabendo operar o básico.
Trilha completa (onboarding — capacitação inicial) — leia linear, do Prefácio aos Apêndices. É o caminho desenhado para aprender de verdade.
Trilha de referência — use a busca ou a área 🔧 Referência da sidebar; depois do Capítulo 0, cada capítulo é autocontido.
Convenções e callouts
Ao longo da documentação, blocos destacados sinalizam o tipo de informação:
📝 Nota
Contexto que ajuda, mas não trava o fluxo principal.
💡 Dica
Atalho prático ou recomendação operacional.
⚠️ Armadilha comum
Um erro frequente que custa caro. Preste atenção nestes — quase todos vêm de casos reais.
🔎 Aprofundamento
Detalhe para quem quer o fundo do assunto. Pode pular na primeira leitura sem prejuízo.
🚫 Regra
Regra inegociável — quebrar tem consequência operacional.
Outras convenções
- Comandos de skill aparecem como
/nome-da-skill(ex.:/agent-spec-sdd-generate-prd). - Caminhos de arquivo em monospace (ex.:
docs/specs/features/...). - Siglas recorrentes: US = User Story, CA = Critério de Aceitação, CT = Caso de Teste, ADR = Architecture Decision Record, PRD = Product Requirements Document. Todas reaparecem no Glossário (Apêndice E).
- Cada parte termina com exercícios de fixação; o gabarito está no Apêndice F.
Sumário
- Capítulo 0 — O framework em 5 minutos
- Parte I — Por que especificar antes de codar
- Parte II — Seu primeiro fluxo, do início ao fim
- Parte III — Escolhendo o caminho certo (em migração — consulte
/agent-spec-completo) - Parte IV — A pipeline e os dois gates (em migração)
- Parte V — A política débito-controlado (em migração)
- Parte VI — Qualidade de testes (em migração)
- Parte VII — ADRs: a memória das decisões (em migração)
- Parte VIII — Observabilidade, memória e estado (em migração)
- Apêndices — referência, glossário e gabarito (em migração)
📝 Nota sobre a migração
A documentação está sendo reorganizada em dois caminhos coexistentes: a espinha narrativa (Prefácio → Capítulos → Apêndices) e a 🔧 Referência técnica (consulta). Partes ainda em migração permanecem disponíveis na versão consolidada em uma página.
📚 Aprofundamento na Referência
- Skills — visão geral — catálogo completo de todas as skills do framework.
- Pipeline — visão geral — anatomia da execução: orquestradores, executores e os dois gates.
- Agents — visão geral — os subagentes de QA, Tech Review e geração de testes.
- Conceitos — visão geral — fundamentos do desenvolvimento spec-driven.