Tema
Capítulo 10 — Anatomia da pipeline de execução
Todo orquestrador *-run-tasks — seja SDD, miniSpec ou TaskCard — segue a mesma anatomia. Muda o gerador da spec; o motor de execução é idêntico.
As quatro fases
Quatro invariantes
- Contador de tentativas compartilhado entre Gate 1 e Gate 2 (máximo 3, não reseta entre gates).
- Gate 1 é o único que executa testes. Gate 2 só re-executa em três casos: QA não executou; QA rodou parcial em área crítica; ou Tech Review detectou violação
criticalem arquitetura/segurança. - Gate 2 não recebe o JSON completo do QA — apenas ~7 campos do sumário (veredito, security_flags, executou_testes, escopo_testes, tocou_area_critica, escopo_declarado…). Economia de ~5k tokens por task — o princípio do contexto mínimo em ação.
git addsem commit — o orquestrador apenas faz stage. O commit fica com o humano (ou com/agent-spec-semantic-commit).
💡 Dica
Tasks na mesma fase do task_plan.md, marcadas como paralelizáveis e com paths disjuntos, rodam concorrentemente (limite MAX_PARALLEL = 4). Qualquer guard que falhe → fallback automático para execução sequencial, com o motivo logado em qa-observations.md.
📚 Aprofundamento na Referência
- Pipeline — visão geral — anatomia operacional detalhada.
- Contexto mínimo (referência) — por que o Gate 2 recebe só o sumário.
- Gates e Loops — o fluxo completo de validação.