Tema
Capítulo 6 — TaskCard: quando 1 task basta
Quando usar: mudança pontual e isolada, sem decomposição — bug fix, ajuste de UI, refactor de 1 arquivo, atualização de config.
Quando NÃO usar: qualquer coisa que envolva ≥ 2 user stories (US) ou ≥ 2 tasks. Promova para miniSpec.
Anatomia
Um único arquivo taskcard.md em docs/specs/features/{feature}/{version}/. Ele carrega todo o contexto necessário: ID, objetivo, arquivos impactados, critérios de aceitação (CAs) e testes. Sem PRD, sem tech_spec — a economia é justamente não produzir artefatos que uma mudança de um arquivo não paga.
Pipeline
O TaskCard usa o mesmo motor de execução do miniSpec e do SDD (executor → gates → stage, detalhado na Parte IV). A única diferença é o gerador: um cartão único em vez de PRD + tech_spec ou intent + scope.
Fast-path opcional
💡 Dica
TaskCards que seguem um padrão já existente (ex.: CRUD trivial) podem declarar gates: [qa] no frontmatter para pular o Tech Review (Gate 2). É o reconhecimento de que mudança previsível não paga uma segunda revisão profunda. Detalhe em Fast-path Gates.
📚 Aprofundamento na Referência
- TaskCard (framework) — anatomia completa e frontmatter da task.
/agent-spec-taskcard-generatee/agent-spec-taskcard-run— gerador e executor.- Fast-path Gates — quando pular o Gate 2 é seguro.