Tema
Capítulo 3 — Rastreabilidade: US → CA → CT → código
Há um fio que costura o framework inteiro. Toda funcionalidade percorre a mesma cadeia:
US
User Story
Como X, quero Y
CA
Critério de Aceitação
condição verificável
CT
Caso de Teste
valida o CA
Code
Código
satisfaz o CT
- US (User Story) — a necessidade, na voz de quem precisa: "Como gestor, quero exportar a lista de pedidos para conferir offline."
- CA (Critério de Aceitação) — a condição objetiva que torna a US "pronta": "O arquivo gerado contém uma linha por pedido com data, cliente e total."
- CT (Caso de Teste) — o teste que prova o CA: "Dado 3 pedidos, o CSV tem 3 linhas de dados + cabeçalho."
- Código — a implementação que faz o CT passar.
Por que isso importa tanto
Quando o Gate 1 encontra um problema, ele não diz apenas "está errado" — ele aponta qual CA foi violado. A rastreabilidade transforma "tem um bug" em "o CA-03 falhou porque o total não soma o frete". Isso é o que torna a correção barata e auditável.
💡 Dica
Se você não consegue escrever o CA de uma funcionalidade, é sinal de que a US ainda está vaga demais — exatamente a ambiguidade que o Capítulo 1 alertou. Escrever o CA é o primeiro teste de clareza.
📚 Aprofundamento na Referência
- Exercícios da Parte I — fixe os conceitos antes da próxima parte.
- Parte II — Passo a passo — vai ver a cadeia em ação numa feature real.
- agent-spec-qa-validator (referência) — como o Gate 1 usa a rastreabilidade.