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Parte IV — A pipeline e os dois gates

A pergunta desta parte: depois que a spec vira tasks, o que garante que o código gerado realmente funciona e está bem construído — sem revisão humana linha a linha?

Analogia âncora: a linha de montagem com dois inspetores em série — o primeiro confere se a peça funciona, o segundo se foi bem construída. Nada segue adiante sem passar pelos dois.

Toda execução (*-run-tasks) segue a mesma anatomia, independente do framework gerador. Esta Parte abre a caixa-preta: como o orquestrador despacha as tasks, o que cada gate examina, e o que acontece quando algo é reprovado.

Capítulos desta parte

Anatomia da pipeline
Orquestrador → executor → gates → stage. Capítulo 10 →
Gate 1 — QA Validator
O olho funcional, em 8 camadas. Capítulo 11 →
Gate 2 — Tech Review
O olho arquitetural. Capítulo 12 →
Loops de correção
Rejeição, retry e hard stop. Capítulo 13 →
Auto-escalação
Quando sobe de Sonnet para Opus. Capítulo 14 →

Ao final, faça os exercícios da Parte IV para fixar (gabarito no Apêndice F).

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